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Audiência discute subsídios e tarifa zero ao transporte coletivo

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A Câmara Municipal de Santos realizou, na quarta-feira (25), uma audiência pública para debater o subsídio financeiro ao transporte coletivo e a destinação de recursos para a mobilidade urbana. 

Durante o debate, foram discutidas alternativas de financiamento que possam contribuir para reduzir o valor da tarifa paga pelos usuários. Entre os temas centrais esteve a possibilidade de destinação de parte da arrecadação do IPVA para subsidiar o transporte municipal, com o objetivo de evitar reajustes e, a longo prazo, viabilizar a chamada Tarifa Zero.

“A ideia é que esse recurso do IPVA seja destinado para subsidiar as tarifas municipais, ou seja, para que haja diminuição, que não ocorra aumento e até mesmo se alcance a tarifa zero”, afirmou o vereador Chico Nogueira, que presidiu a audiência.

O presidente da Companhia de Engenharia de Tráfego de Santos (CET-Santos), Antônio Carlos, apresentou um contraponto. Segundo ele, o subsídio ao sistema já é uma realidade, tendo passado de 3% em 2021 para 29% atualmente. O gestor também destacou o custo mais elevado na aquisição de novos veículos, mencionando os testes realizados com ônibus elétricos.

A Audiência Pública foi proposta pela Comissão de Transporte e Acessibilidade (CTA) e contou com a participação do vereador Chico Nogueira (PT), presidente da comissão; do presidente da CET-Santos, Antônio Carlos; do estudante e líder comunitário do Jardim São Manoel, Hugo Freitas; do advogado Roberto Farias Santos, membro do Instituto Brasileiro de Trânsito; de Carlos Riesco, representante da Central Única dos Trabalhadores (CUT); e de Antônio Sampaio, integrante do setorial de transporte do PT no Estado de São Paulo.

A audiência foi realizada no Auditório Zeny Goulart, na Praça Tenente Mauro de Batista, nº 1, Vila Nova.

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